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NOVO - Cidadania na Arte dos Negócios

O novo ensaio traz a experiência de Pedro Pereira, empresário de Recife, com a prática de Responsabilidade Social Empresarial na JBR Engenharia, da qual é diretor, e no Instituto Maria Madalena Oliveira Cavalcante, instituição sem fins lucrativos mantida pela empresa. Pedro diz:

"Como a sustentabilidade pode ocorrer se tantos ainda têm um conceito equivocado de lucro? Um exemplo, vale destacar. Outro dia um jornalista me fez duas perguntas que me alertaram para o problema: o quanto agrega de lucro para a empresa a criação de uma entidade como o Instituto Maria Madalena Oliveira Cavalcante – IMMOC1? O quanto agrega de lucro uma solenidade de entrega de certificados de conclusão de curso do Projeto Futuro Digital, patrocinado pela JBR?

Confesso que fui tomado de surpresa! Não esperava estas perguntas. Não me fiz de rogado, respondi: com as ações que você cita, a JBR, tem um ganho que vai além daquele que é inerente à primeira obrigação do existir de uma empresa, a obtenção de lucro. Ela lucra com a oportunidade de dar maior significado ao trabalho. Lucra pelo sentido de alegria que toma conta de todos os que fazem a empresa. Lucra pelo
sentimento de préstimos à comunidade. Ganha vida. Ganha alma. Ganha amor. Humaniza-se. Torna-se cidadã.

As perguntas daquele jornalista levaram-me a uma reflexão mais profunda sobre o significado do lucro. Que conceito de lucro elas carregam? Aquele que só é expresso por números? Que valor tem o lucro se ele não trouxer um novo olhar, um exercício de re-significação, onde não só os acionistas são contemplados, mas também os colaboradores, fornecedores, clientes, parceiros e a comunidade?"

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Pedro Pereira_RSE Cidadania na Arte dos Negocios.pdf46.42 KB